Coisas do coração

Quarta-Feira, 1 de Dezembro de 2010, publicado por Vera Paixão | Ponto de Vista
Coisas do coração

Recentemente soube que uma pessoa muito querida teve complicações cardíacas e precisou passar por uma cirurgia.

Em momentos assim a gente sente que gostaria de ter dado mais atenção ou pelo menos ter manifestado nossa consideração e afeto. E que seria bom, de alguma forma, estar por perto.

Nem sempre isso é possível, pois muitas vezes a pessoa não permite. Existem casos em que uma rusga antiga se transforma numa barreira intransponível. Aí, quando recebemos alguma notícia fatídica não temos como realizar qualquer manifestação.

Assim que soube do que aconteceu fui pesquisar o que a Neurolinguistica diz sobre problemas nesse órgão e fiquei mais triste ainda.

Cristina Cairo comenta: "Normalmente as pessoas cardíacas vivem com medo de serem passadas para trás, arrastam por muito tempo problemas emocionais e sofrem com a falta de alegria".

A autora dos livros "Linguagem do Corpo I e II" esclarece: "As pessoas cardíacas, geralmente, são inflexíveis e isso faz o miocárdio enrijecer. Já a insuficiência da válvula mitral, simboliza que a pessoa acha que está sendo lesada ou nutre sentimentos de vingança".

A ciência que estuda a emoção que provoca a doença também ensina a sair dessa condição de sofrimento: "Deixe de ser turrão com os outros e consigo mesmo e exija menos da vida!".

Para estar livre de qualquer problema no coração a dica é arrepender-se, com humildade, por ter alimentado sentimentos nocivos contra alguém e que perdoe do fundo do coração.

Para completar, é bom eliminar o medo de ser abandonado e buscar algum lugar que o ensine a respeitar mais a si mesmo e a conhecer o mundo espiritual. Assim voce terá forças nos momentos em que elas forem necessárias.

Resumindo: relaxe e desapegue dos problemas para poder resolver seja o que for com calma e aceitação.
Chame a felicidade e deixe-a entrar. Ainda dá tempo! Permita que a paixão volte a fazer parte da sua vida.

Há uma canção que a Ângela Ro Rô canta que vem bem a calhar com tudo isso. Ela diz assim:

Dói em mim saber que a solidão existe e insiste no seu coração.
Dói em mim sentir que a luz que guia o meu dia não te guia não. Quem dera pudesse, a dor que entristece fazer compreender.
Os fracos de alma, sem paz e sem calma, ajudasse a ver.
Que a vida é bela, só nos resta viver!

 

 


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